BPC · LOAS · INSS

O INSS negou
o seu pedido
de BPC-LOAS?

Deficiência física, intelectual, mental ou sensorial — e também idosos com 65 anos ou mais — podem ter direito ao BPC-LOAS, um salário mínimo por mês. O INSS nega a maioria dos pedidos. Na Justiça, mais de 60% são aprovados.

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Você pode ter direito se…

🧩
Qualquer deficiência de longo prazoFísica, intelectual, mental ou sensorial — o que importa é o impacto funcional na vida diária.
Paralisia cerebral, hemiplegia, outrosDeficiências físicas, motoras ou sensoriais de longo prazo.
👴
Idoso com 65 anos ou maisSem renda própria. Não precisa ter contribuído ao INSS.
📋
INSS já negouA negativa administrativa abre o caminho para ação judicial.
10d
ação protocolada em até
+60%
aprovação na Justiça
R$0
custas p/ hipossuficiente
Condições reconhecidas

Quais condições dão direito
ao BPC-LOAS?

O BPC-LOAS não exige um diagnóstico "grave" no sentido popular. A lei avalia se a condição gera impedimentos de longo prazo que dificultam a participação plena da pessoa na sociedade — e isso abrange uma variedade muito maior de situações do que o INSS costuma reconhecer. Também tem direito o idoso com 65 anos ou mais em situação de baixa renda, independentemente de qualquer diagnóstico.

Neurológico

Transtorno do Espectro Autista (TEA)

O TEA pode dar direito ao BPC quando gera comprometimento funcional real: dificuldades de comunicação, interação social, autonomia nas atividades cotidianas ou necessidade de suporte constante. O diagnóstico leve não impede — o que importa são as barreiras reais.

O INSS frequentemente nega alegando que o autismo é "leve". A jurisprudência do TNU exige análise das barreiras concretas, não apenas do CID.
Neurológico

TDAH — Transtorno de Déficit de Atenção

O TDAH severo, especialmente quando associado a outras condições (ansiedade, depressão, TOC, deficiência intelectual), pode configurar impedimento de longo prazo. O critério é o impacto funcional: dificuldade em manter emprego, estudar, ou realizar atividades básicas.

TDAH isolado e leve geralmente não é suficiente. TDAH com comorbidades e comprometimento funcional documentado tem maior viabilidade.
Motor / Neurológico

Paralisia Cerebral e Hemiplegia

Condições com impedimento motor permanente têm alta viabilidade para o BPC-LOAS. A paralisia cerebral, hemiplegia, paraplegia e outras sequelas neurológicas que limitam a autonomia física são casos bem estabelecidos na jurisprudência dos JEFs.

Laudos médicos que documentam o caráter permanente e a limitação funcional são essenciais. Orientamos sobre o formato correto.
Intelectual

Deficiência Intelectual e Síndrome de Down

Deficiência intelectual moderada ou severa, Síndrome de Down, e condições que limitam a capacidade de vida independente e trabalho autônomo têm alta taxa de aprovação — desde que devidamente documentadas com avaliação biopsicossocial.

A avaliação biopsicossocial (art. 20 §6º LOAS) é obrigatória pelo INSS. Quando feita inadequadamente, é argumento para revisão judicial.
Mental

Esquizofrenia, Transtorno Bipolar e outros

Transtornos mentais graves que impedem a pessoa de manter vínculo empregatício ou ter vida independente podem configurar impedimento de longo prazo. O histórico de internações, medicação contínua e laudos psiquiátricos são elementos centrais.

A instabilidade dos sintomas e o caráter crônico precisam estar documentados ao longo do tempo — não apenas em um único laudo.
Sensorial

Deficiência Visual e Surdez

Cegueira total ou baixa visão grave, surdez profunda ou severa — especialmente quando impedem a inserção no mercado de trabalho sem adaptações que o empregador não oferece — têm amparo legal para o BPC-LOAS.

Grau de perda funcional e impacto nas AVDs (atividades de vida diária) precisam estar demonstrados além do laudo clínico isolado.
Físico / Mental

Doenças crônicas e incapacitantes

Doenças renais crônicas, esclerose múltipla, artrite reumatoide grave, sequelas de AVC, doenças degenerativas, obesidade mórbida com complicações, e dependência química grave (álcool ou drogas) — quando geram impedimento funcional de longo prazo — podem configurar direito ao BPC.

O caráter de "longo prazo" exige que a condição dure ou se espera que dure pelo menos 2 anos (art. 20 §2º LOAS). Para dependência química e obesidade, o impacto funcional documentado é determinante.
Mental / Comportamental

Dependência química — álcool e drogas

A dependência química (CID-10 F10 a F19) é reconhecida pela OMS como transtorno mental. Em grau grave, com sequelas cognitivas, histórico de internações e impossibilidade documentada de trabalhar ou manter vínculos sociais, pode configurar impedimento de longo prazo para o BPC-LOAS.

Casos leves ou sem comorbidades geralmente não são suficientes. A combinação de dependência grave + baixa renda + ausência de suporte familiar fortalece o caso.
Físico / Metabólico

Obesidade mórbida com complicações

Obesidade mórbida associada a comorbidades graves (hipertensão, doenças ortopédicas, diabetes, hipotireoidismo) e que gere limitação real de mobilidade e participação social pode configurar deficiência para fins de BPC. A TNU já reconheceu esse direito em precedentes aplicados nos JEFs.

Obesidade simples não é suficiente. O conjunto — obesidade mórbida + complicações + barreiras sociais (baixa escolaridade, idade, sem acesso à cirurgia bariátrica) — é o que sustenta o caso.
Atenção especial

Idoso com 65 anos ou mais

Sem necessidade de comprovar deficiência. Apenas a idade e a situação de baixa renda familiar são suficientes. A aposentadoria de 1 salário mínimo recebida por outro familiar idoso não pode ser incluída no cálculo da renda.

Essa exclusão do cálculo é uma das mais ignoradas pelo INSS — e uma das mais importantes para reverter negativas de famílias com idosos.

Importante: o diagnóstico médico é o ponto de partida, não o ponto de chegada. O que define o direito ao BPC-LOAS é o impacto funcional da condição na vida da pessoa — e essa avaliação, quando feita corretamente, é muito mais abrangente do que o INSS costuma aplicar. Se o INSS negou, isso não encerra o caso.

Requisitos

O que a lei exige para ter direito ao BPC-LOAS?

Dois requisitos — deficiência ou idade, mais baixa renda. O que parece simples vira complexo quando o INSS aplica os critérios de forma equivocada.

⚖️

Deficiência que gera impedimento

Impedimento de longo prazo (2+ anos) de natureza física, mental, intelectual ou sensorial que, em interação com barreiras, dificulta a participação plena na sociedade.

A definição legal (art. 20 §2º LOAS) é mais ampla do que o INSS aplica na prática.
📊

Renda per capita familiar baixa

Renda familiar dividida pelo número de membros do grupo familiar (cônjuge, pais, filhos). A regra base é ¼ do salário mínimo por pessoa — mas há exclusões legais importantes.

Aposentadoria de 1 SM de idoso familiar e Bolsa Família ficam fora do cálculo por lei.
👴

OU: idoso com 65 anos ou mais

Sem deficiência — só a idade já basta, desde que a renda familiar per capita seja baixa. Não precisa ter trabalhado ou contribuído ao INSS em nenhum momento da vida.

Muitos idosos têm direito e não sabem — especialmente quando o cônjuge já recebe aposentadoria mínima.
🏛️

Negativa do INSS (para ação judicial)

Para entrar com ação nos Juizados Federais, é necessário que o INSS tenha negado o pedido administrativamente. A negativa abre a porta — não fecha.

Sem negativa formal do INSS, a ação judicial não é cabível. Por isso o pedido administrativo é o primeiro passo.
O benefício

O que é o BPC-LOAS exatamente?

Não é aposentadoria. Não é bolsa. É um direito constitucional — art. 203, V, CF/88.

R$ 1.621 por mês
(salário mínimo 2026)
  • Pago mensalmente enquanto mantiver os requisitos
  • Não exige contribuição prévia ao INSS
  • Pode ser recebido junto com Bolsa Família
  • Retroativo desde a data do requerimento administrativo
  • Sem custas processuais para clientes hipossuficientes

Por que a Dra. Aline faz diferença?

Cálculo correto da renda. O INSS inclui rendimentos que a lei manda excluir. Aposentadoria de 1 SM de familiar idoso, o próprio BPC de outro membro e o Bolsa Família ficam de fora — e isso muda o resultado.

Laudo médico no formato certo. O INSS exige avaliação biopsicossocial. Orientamos sobre como documentar o impacto funcional da deficiência — não apenas o diagnóstico clínico.

Ação nos Juizados Federais. Quando o INSS nega, a via judicial tem taxa de aprovação muito superior ao pedido administrativo.

Retroativo desde o requerimento. Cada mês que passa sem receber é dinheiro que você ainda pode recuperar — desde a data do pedido ao INSS, não da ação judicial.

A realidade

Por que tantos pedidos são negados?

O INSS nega a maioria. Isso não significa ausência de direito — significa ausência de orientação jurídica adequada.

72%

dos pedidos de BPC negados administrativamente pelo INSS

+60%

das ações judiciais aprovadas nos Juizados Especiais Federais

R$18k

retroativo médio recebido por quem ganhou na Justiça

✕ Sem orientação jurídica

  • INSS não explica o real motivo da negativa
  • Renda calculada com inclusão indevida de rendimentos
  • Laudo médico sem avaliação biopsicossocial adequada
  • Prazo de recurso perdido por desconhecimento
  • Retroativo prescrito pela demora em agir
  • Vulnerável na perícia médica do INSS

✓ Com a Dra. Aline Luz

  • Análise real do motivo da negativa
  • Cálculo correto da renda per capita familiar
  • Orientação sobre laudo médico jurídico
  • Todos os prazos monitorados
  • Ação protocolada em até 10 dias úteis
  • Preparação completa para a perícia médica
O processo

Da análise ao protocolo — tudo online

Sem precisar visitar o escritório. Sem papelada física. Sem complicação.

01

Formulário

Responda perguntas simples sobre a situação do seu familiar e o histórico com o INSS.

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Análise

Avaliamos a viabilidade jurídica com base nos requisitos legais e na situação específica.

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Contrato

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Com documentação completa, sua ação é protocolada na Justiça Federal.

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Documentação

O que você vai precisar

Tudo digitalizado pelo celular. Orientamos em cada etapa sobre como obter o que falta.

🪪 RG e CPF
🏠 Comprovante de residência
🩺 Laudo médico atualizado
📄 CNIS — extrato do INSS
💼 Declaração de renda familiar
🏛️ Carta de negativa do INSS
👨‍👩‍👧 Documentos dos familiares
🏥 Histórico médico (laudos anteriores)
Resultados

Famílias que conquistaram o direito

Histórias reais — nomes alterados para preservar a privacidade.

★★★★★
"

O INSS negou o pedido do meu filho autista duas vezes. Disseram que o autismo dele era "leve". A Dra. Aline entrou com a ação mostrando o impacto real na vida dele — em 8 meses ele começou a receber, com R$ 14 mil de retroativo.

MR

Maria R.

Belo Horizonte, MG · BPC para filho com TEA

★★★★★
"

Minha mãe de 70 anos foi negada porque incluíram a aposentadoria do meu pai no cálculo. A advogada mostrou que isso era ilegal — a aposentadoria de 1 salário mínimo dele não pode entrar. Conseguimos o benefício para ela.

JS

João S.

Contagem, MG · BPC para mãe idosa

★★★★★
"

Minha filha tem paralisia cerebral e tentei três vezes no INSS. A Dra. Aline explicou que o problema era o laudo — sem avaliar as barreiras sociais, o INSS sempre nega. Com a orientação certa, a ação foi aprovada em 6 meses.

AC

Ana C.

Betim, MG · BPC para filha com paralisia cerebral

Dúvidas

Perguntas frequentes

Qualquer deficiência — física, intelectual, mental ou sensorial — que gere impedimento de longo prazo (mínimo 2 anos) e dificulte a participação plena na sociedade. Isso inclui paralisia cerebral, deficiência intelectual, TEA (autismo), TDAH com comorbidades, esquizofrenia, transtorno bipolar, deficiência visual, surdez, doenças renais crônicas, esclerose múltipla, sequelas de AVC, artrite grave, entre outras. O que a lei avalia não é o nome do diagnóstico, mas o impacto real na vida da pessoa.
É um dos casos mais discutidos. O INSS frequentemente nega alegando que o autismo "leve" não gera impedimento suficiente. Porém, a jurisprudência do TNU (Súmula 77) exige que seja analisado o impacto funcional concreto — barreiras sociais, dificuldades de comunicação, limitações no trabalho e na vida independente. Casos de TEA Nível 1 com comprometimento funcional documentado têm sido aprovados na Justiça Federal.
Não necessariamente. O INSS frequentemente inclui rendimentos que a lei manda excluir: aposentadoria de 1 salário mínimo recebida por familiar idoso (art. 34, parágrafo único, Estatuto do Idoso), o próprio BPC de outro membro da família, e o Bolsa Família. Quando esses valores são corretamente excluídos, a renda per capita muda — e muitas negativas por renda são revertidas na Justiça por esse motivo.
Sim — e a negativa administrativa é exatamente o que autoriza a ação nos Juizados Especiais Federais. Na Justiça, há perícia médica judicial independente, estudo social e análise do histórico real da família. A taxa de procedência é significativamente maior do que na via administrativa. Ter sido negado duas vezes pelo INSS não esgota o direito.
A ação é protocolada em até 10 dias úteis após a documentação completa. O trâmite judicial nos JEFs de Minas Gerais varia entre 6 e 18 meses. Em casos com urgência comprovada (pessoa sem renda, situação crítica), é possível pedir tutela de urgência para antecipar o pagamento enquanto o processo tramita.
R$ 1.621,00 por mês — equivalente ao salário mínimo. O valor é reajustado anualmente junto com o salário mínimo, sem necessidade de solicitar reajuste. O benefício é pago mensalmente enquanto a pessoa mantiver os requisitos legais.
Trabalhamos com modelo híbrido: uma taxa de ingresso acessível, mais um percentual sobre os valores retroativos quando o caso é ganho. O valor exato é apresentado após a análise gratuita de elegibilidade. Clientes que comprovam hipossuficiência têm gratuidade da Justiça — sem pagar custas processuais.

Cada mês sem o benefício
é dinheiro que você pode recuperar.

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